6 de agosto de 2013

Compilações: Saga Os MacGregor - Parte II


Depois de uma pausa e de ter terminado outros dois completamente diferentes, fiz por terminar esta saga tão comprida, a maior de Nora Roberts.
 
Uma Mulher de Sorte foi um dos meus livros preferidos de toda a saga MacGregor. Darcy Wallace conquistou-me completamente. Não vou dizer que a história é muito original, mas digo que apela muitos aos sentimentos, principalmente românticos... ok, ainda mais que o habitual.
A maneira como começa, e mesmo que não tivessemos lido a sinopse, dá-nos uma ideia mais que clara de tudo o que vai acontecer dali para a frente. Mas, o facto de ser uma nova geração MacGregor, o facto da personagem feminina ser tão inocente e desprotegida, tal como a ideia errada que dá aos que a rodeiam ali no casino, torna este romance mais cativante e torna-nos muito mais solidárias e abertas a que tudo de bom aconteça com Darcy.
Mas nem tudo são rosas. Toda aquela atitude do "vai-te embora que é melhor para ti mesmo que o meu coração se parta por não estar contigo" já está muito usada, principalmente nos romances desta autora. Acho que toda esta ideia acaba por ser um pouco fraca e justificar pouco o afastamento do casal para depois se reencontrar e fazerem juras de amor eterno. Acho que mesmo, se não me engano, que esta deixa se repete até dentro desta saga.
 
Os Noivos MacGregor, à semelhança do À Procura de Noivas, resume três romances de três rapazes. Primeiro que tudo achei mal terem colocado uma rapariga na capa! Mas isso é o menos.
Penso que todas estas três são muito semelhantes e que a última foi a mais "diluída" de todas. Digo isto, porque de todos 15 (?) romances desta colecção, este foi o livro que menos me ficou na memória. Aqui culpo um pouco a escritora, porque ao saltar de uma geração para a outra, fá-lo de maneira tão rápida que num momento são bebés, alguns que ainda nem nasceram nos primeiros volumes e depois já têm quase 30 anos. É que nem deu para os imaginar bem, principalmente porque estes três contos são tão resumindos que nem concentrados estão, visto que mal têm início, só meio e fim.
D.C., mesmo assim, foi dos que mais gostei.

A Vizinha Perfeita foi um livro que nem gostei nem desgostei. A personagem masculina, Preston, irritou-me completamente com a sua personalidade fechada e antipática. E a sua transformação de calado para muito conversador foi bastante desadequada. O pai de Cybil, também nosso conhecido, apesar de ter uma atitude semelhante continuou fiel a si mesma até ao fim e até neste livro. Além disso também não gostei nada do facto do romance da filha ser quase "chapa cinco" da sua. Este último ponto também acontece algumas vezes nos outros livros. Porque é que os filhos têm que ser tãooo iguais aos pais? Até nas profissões? Pouca originalidade...
Mas nem tudo foi mau. Gostei da personalidade de Cybil, do facto dela ser tão generosa e simpática. Gostei também do contributo da música e das várias versões de arte.
 
O Início de uma Saga dividiu-se em dois contos: Rebelião e Medo do Amor.
Achei-os muito semelhantes, apesar das diferentes nacionalidades dos envolvidos. O mais ponto em comum foi mesmo a parte dos homens ficaram feridos e das mulheres os tratarem e de este tratamento os fazer perceber os sentimentos que sentiam.
Fiquei sem perceber se o Daniel MacGregor era um daqueles que apareceu, mas acabei por ficar na dúvida de quem eram os seus pais.

Citação Preferida:

Pág 327 Medo do Amor (O Início de uma Saga)
"As mulheres lutavam pela vida e os homens, pela morte."
 
 Podem re-encontrar as Sinopses nos Doces do Momento (só clicar nos títulos).
 
 

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