11 de abril de 2013

Opinião Contemporânea: "Rosa Irlandesa" de Nora Roberts


Este foi talvez o livro que menos gostei desta trilogia.

Achei tudo muito confuso, principalmente em relação aos sentimentos das personagens. Tudo começa com a sinopse, e com  ideia errada do nome da personagem feminina, Erin. Não sei porquê, comecei a ler convencida que era um homem e afinal é uma mulher. De qualquer forma, depois de reler, lá fiquei esclarecida e dediquei-me à Rosa Rebelde.

Mais uma vez Nora Roberts apresenta-nos uma personagem feminina que sabe o que quer. Acontece é que desta vez Burke também sabe o que é bom para ele e para ela e por isso vamos ver três fases na relação deles:

1ª - São os dois independentes e atraem-se e chocam quase instantaneamente;
2ª - Ele dá-lhe a volta e consegue fazê-la casar com ele para sair da terrinha, mas por causa da protecção em excesso e da transferência de memórias da mãe para Erin acaba por tentar amansá-la;
3ª - Erin revolta-se, mas na hora e no sítio errado.

Esta última fase culmina num final muito emotivo e que espelha todo o livro.

É, portanto, uma obra simples, mas com personagens muito fortes que fazem com que a história tenha muitos altos e baixos, muitos momentos com que concordamos e outros que só nos apetece gritar e abanar certas personagens. Ou seja, um romance mesmo típico de Nora Roberts, que gosta muito de nos fazer viver cada discussão e cada cena de amor, tal como nos leva a passear tanto à Irlanda como à América do Norte.

Sinopse no Doce do Momento.

Irish Rose (Irish Hearts #2) (Language of Love #3 - Cabbage Rose)


Título Original - Irish Rose
Edição - Março 2012
ISBN - 9788490101872


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