19 de dezembro de 2012

Opinião Contemporânea: "O Domador de Paixões" de Catherine Anderson


Já me tinha apercebido de algo, mas só quando estava a ler este terceiro volume de Catherine Anderson que me apercebi o que é que esta escritora tem de tão especial: a sua capacidade em tornar todo o tipo de mulher apetecivel e perfeita da sua maneira.
Primeiro foi uma mãe solteira, magra e cheia de fome. Depois uma irmã e filha amada numa cadeira de rodas e agora uma orfã que nem é louca nem pobre e que é tão encantadora de cavalos como Jake.
Quem não se derreteria com um casal assim? Que salva cavalos mesmo que vá preso ou morra queimado?
Pois, Catherine Anderson sabe mesmo chegar àquele cantinho do coração mais mole, e assim faz-nos adorar cada momento mais amoroso e emotivo, mesmo que eles estejam presentes capítulo sim, capítulo não.
Acho que foi por isso que só dei três estrelas e meia. Por este excesso de conversa melosa e um pouco repetitiva.
Mas de qualquer forma acabamos sempre por adorar cada livro dela. E como já sabemos que ela gosta de juntar toda a gente ou de encontrar a alma gémea de todos estes maravilhosos homens, ficamos sempre alertas não só aos movimentos das personagens principais, como das secundárias.
Não sei quem vai ser o próximo a ser emparelhado e não vou ver para não estragar a surpresa, mas estou com um feeling em como vai ser Hank a ser atravessado pela seta do cupido Anderson.
Devo apontar que apesar de gostar, claro, de homens altos e bonitos, acho que o facto de serem todos parecidos, até pais e filhos, como se fossem todos dos mesmo genes, estraga um pouco a originalidade de tudo, principalmente da parte mascula. Penso que se Catherine Anderson fosse um pouco mais como Nora Roberts ou Lara Adrian neste aspecto, e heterogeneisasse o protótipo másculo ganharia muito mais. Ok, eu prefiro-os morenos e de olhos verdes, mas que mal tem um louro de olhos azuis pelo meio?
Mas voltemos aos protagonistas de O Domador de Paixões. Jake Coulter conquistou-me logo no inicio, ou seja em Amor à Primeira Vista, o que desconfiei que fosse do nome Jake, mas neste livro é que percebi a sua bondade e afeição pelos mais próximos é que o torna uma personagem tão empática. Não vou dizer que a descrição deste não ajuda a gostarmos dele, estaria a mentir claro, mas como no caso feminino, a autora mostra mais uma vez a beleza de uma pessoa boa e carinhosa.
Já dá para reparar que estou fã, mas penso, e acho que foi por isso que dei aquela pontuação, que Catherine Anderson ainda me vai mostrar algo melhor, que me faça emocionar e dar-lhe as tão desejadas cinco estrelas.

Molly Wells é uma mulher com muitos segredos. Só ela sabe o motivo que a levou a roubar um valioso puro-sangue ao ex-marido e a entregá-lo a um conhecido domador de cavalos, que vive num rancho a centenas de quilómetros dali. E a razão porque está sem emprego, sem dinheiro, e com um medo horrível do ex-marido. Ao acolher Molly no seu rancho, Jake suspeita que pode estar a dar guarida a uma ladra. Mas algo naquela mulher corajosa e ao mesmo tempo vulnerável o toca particularmente. Mas até que ela se sinta suficientemente forte para aceitar tudo o que lhe deseja proporcionar, a única coisa que Jake pode oferecer-lhe é a sua disponibilidade paciente, a força para a ajudar a fazer frente aos seus inimigos e a promessa de a amar para sempre.




Título Original - Sweet Nothings
Edição - 2009
ISBN - 9789725686232





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