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Opinião Contemporânea: " Viver Sem Ti" de Jojo Moyes


Para quem leu a minha opinião do primeiro livro sabe que não fiquei assim tão fã pela história, mas gostei na mesma. Ora, este segundo para mim acabou por ser algo confuso em termos da minha opinião pessoal, já que quando o terminei era mais o sentimento de não ter gostado do que o de ter gostado, mas acabei por dar uma classificação até boa não só porque a escrita e as personagens de Jojo Moyes são sempre incompreensíveis e compensam tudo o que eu não gostei tanto neste segundo volume.

O que não gostei começa por a Lou estar completamente diferente. Não me lembro dela ter esta personalidade, personalidade esta que só ganha mais para o final.

Não gostei do "fantasma" permanente de Will. Ok, tem que haver um luto, mas a autora acabou por misturar muita quantidade do Passado num Presente que tinha tudo para correr melhor. Tendo surgido uma personagem importante que tomou conta muitas vezes do papel da protagonista (e que eu não gostando assim tanto) acabou por apagar um pouco o interesse e por isso o meu ritmo de leitura, o que me fez demorar imenso a ler este livro já que parecia que a história estava numa espécie de loop, sempre em volta do emprego de Lou e da vida desta personagem. As outras personagens que são transportadas do primeiro livro para este também acabaram por servir de "enchimento" a meu ver. Eu não me consegui entusiasmar com esta parte (enorme) da família que tanto me encantou no primeiro.
Aquele trabalho de Lou e aquele chefe, enfim. Nem sei que diga. Já para não falar da participação de Nathan, que apesar de ser secundário no primeiro livro, aqui nem sei bem para que foi referido. Penso que bastava só a sua referência/participação apenas no final que daria no mesmo. 

Gostei do grupo de apoio e dos seus constituintes, apesar de depois ter começado a ficar algo repetitivo, já que eles acabam por dizer quase a mesma coisa. Também era dispensável aquela última festa que só serviu para discursos melosos e para dar um final a este livro.

Gostei de Sam. Foi sem dúvida o melhor personagem nisto tudo, mas que infelizmente aparece muito pouco para o meu gosto. Adorei a última cena da ambulância (esforço máximo para não fazer spoiler) que talvez tenha sido a melhor cena de todas. Também gostei da cena do acidente que acabou por dar logo ali uma emoção inicial. Tenho pena é de só considerar estas duas cenas as mais entusiasmantes.

Acho também que o facto de já ter visto o primeiro filme, me faz imaginar as personagens iguais aos actores escolhidos, o que muitas vezes não correspondeu bem às primeiras, principalmente a Lou e principalmente com aquela roupa de trabalho.

Sinceramente não estava muito entusiasmada com este e ainda estou menos com o próximo, por isso, se o ler, será só daqui a muito tempo quando me esquecer deste. Por enquanto vou continuar a ler as outras obras da autora.
 
Como seguir em frente depois de se perder a pessoa amada?
Como construir uma vida que valha a pena ser vivida?
Louisa Clark já não é uma jovem banal a viver uma vida banal. O tempo que passou com Will Traynor transformou-a, sendo agora uma pessoa diferente que tem de enfrentar a vida sem ele. Quando um insólito acidente obriga Lou a regressar a casa dos pais, é impossível não sentir que está de volta ao ponto de partida.
Lou sabe que precisa de um empurrão que a traga de novo à vida. E é assim que acaba por ir parar ao grupo de apoio Seguir em Frente, cujos membros partilham sentimentos, alegrias, frustrações e bolos intragáveis. Serão também eles que a levarão até Sam Fielding – um paramédico que trabalha entre a vida e a morte, e o único homem que talvez seja capaz de a compreender.
Mas eis que uma personagem do passado de Will surge de repente e lhe altera todos os planos, lançando-a num futuro muito diferente…. Para Lou Clark, a vida depois de Will Traynor significa reaprender a apaixonar-se, com todos os riscos que isso implica.

Opinião Contemporânea: "Um Vizinho Irresistível" de Liz Fielding


Apesar da capa ser horrível, gostei mais desta história do que a do ebook anterior (Uma Cinderela para o Milionário).

Este é um romance mais novo adulto que adulto, e por isso encontramos todo aquele grande efeito do primeiro encontro com muitas hormonas e menos pensamentos. Não digo que não aconteça com adultos, mas aqui nunca há aquele historial do Passado que caso exista ou não, acaba por não ser igual. Não sei se me expliquei bem.

No inicio não gostei das companheiras de casa de Philly e esperei algo do género de mean girls, mas acabaram por ser bastante diferentes o que foi óptimo. A protagonista faz um papel de inocente e santa, de coração mole e bondoso que vai conquistar o vizinho da porta ao lado. Gostei do humor em volta deste vizinho, tal como do primeiro encontro entre o casal protagonista, que apesar de não ter faíscas nem amor à primeira vista, acabou por tornar o inicio um pouco mais original.

Liz Fielding incluiu todo o processo de conquista mútua, mas achei que a entrega de Cal foi muito rápida e uma aproximação que teria sido mais real e acreditável se ele se tivesse interessado por ela mais pela parte física do que logo pela personalidade, quando mal a conhecia.

A cena do elevador teve talvez um pouco disso, o que gostei bastante.

Mais uma vez o ebook é demasiado curto para se desenvolver um pouco mais o romance entre estes dois.

Curiosamente, no Goodreads, dei uma classificação acima da média, o que é raro já que normalmente dou abaixo, mas eu quando acabo um livro e tenho aquela sensação de Gostei com letra maiúscula gosto de apontar isso mesmo. Às vezes a chave é mesmo o espírito e o momento com que se lêem certas histórias, e neste momento o que ando a precisar são mesmo de romances cheios de clichés, com muito mel e um final óbvio e feliz, sempre com um pouco ou muita pimenta pelo meio.
Uma rapariga inocente na cidade grande…
Acabava de chegar a Londres e já tinha conhecido um homem perigosamente bonito, percebera que era o seu vizinho e mostrara-lhe a sua roupa interior... Não estava nada mal para uma recém-chegada à cidade.
Philly era jovem, independente e solteira e, certamente, não procurava o homem perfeito. Mas, o que podia fazer se, por acaso, o tipo mais sensual do mundo vivesse na casa ao lado? O problema era que tinha a certeza de que alguém assim nunca se dignaria a olhar para uma mulher como ela... Necessitava do conselho das suas companheiras de apartamento. Embora do que mais precisasse fosse de um pouco de atenção por parte do atrativo desconhecido que estava destinado a ser seu marido...

Opinião Contemporânea: "Uma Cinderela para o Milionário" de Myrna Mackenzie


Devido a forças maiores tive que comprar dois ebooks contra-vontade minha 😆 da Harlequin, e este foi o primeiro sortudo.

Uma Cinderela para o Milionário é uma versão muito diferente da versão da Cinderela que conhecemos. Primeiro porque a Cinderela está numa cadeira de rodas, apesar de ter sensibilidade na maior parte do corpo, o que para mim facilita imenso o romance que se quer para um livro destes. Por outro lado, esta cozinha por profissão e não porque a madrasta a obriga, madrasta esta que está ausente nesta história.

A faísca foi à primeira vista e com bastante cliché à mistura, mas eu acabei por gostar desta história de Myrna não pela condição da protagonista nem pela realidade não muito real que se descreve aqui, mas pelo facto da protagonista ter uma personalidade forte, o protagonista ter um coração enorme juntamente com muito dinheiro para fazer tudo acontecer.

Gostei das cenas com o vizinho, mas foi tudo muito pintado de negro, o que também não acho que seja muito fiel a uma história contemporânea. Apenas contribuiu para haver um vilão. Penso que temos que olhar para tudo como uma ficção que em vez de ser em desenhos animados, é tipo novela.

É um livro muito curto, mas que nos apresenta algo muito agradável a ler entre livros mais pesados e com matéria mais pesada.

As minhas partes preferidas são sem dúvidas as mais eróticas e românticas, mas também gostei dos jantares e das personagens secundárias que vão surgindo e dando o seu contributo para a heterogeneidade da história.

Ela não andava à procura de um cavaleiro andante!
Darcy Parrish aprendera a cuidar de si própria da forma mais dolorosa possível. Depois do acidente que destruíra a sua coluna vertebral, criara uma nova vida como chef em casa de Patrick Judson. O emprego era temporário, no entanto o seu chefe, um homem incrivelmente atraente, parecia ter outras ideias.
O fresco encanto de Darcy depressa cativou Patrick, que desejava conhecer melhor aquela mulher que criava obras de arte culinárias com as mãos. O maior obstáculo era a própria Darcy…

Opinião New Adult: "Someday Soon" de Laura Ward


Someday Soon é o terceiro de uma saga de nome Not Yet (o que só me faz lembrar uma passagem do filme Gladiador) que foi adquirida através do Netgalley e por isso é que comecei pelo terceiro, situação que vou resolver rapidamente já que depois de conhecer estas personagens, e principalmente a família Goldsmith e seus amigos, não vou conseguir parar sem devorar todos os volumes. Apesar de serem vários irmãos este volume corresponde ao irmão mais velho, como encontramos nas séries da Julia Quinn, aqui o primeiro vai ser de London, um dos amigos de Dean, que será o protagonista do segundo volume. Aqui neste terceiro temos então ainda um pouco a história deste último e a história da sua irmã Daisy.
Adorei a dinâmica familiar, que muitas vezes acaba por se sobrepor ao romance, o que não acontece neste caso. Adorei principalmente as cenas de comida e o dom de Daisy que tanto invejei, porque assim o seu lado (único) protector e de cuidado com a sua família e amor foi ainda mais evidenciado.
Laura Ward escreve de forma bastante simples, mas que nos arrebata com as cenas entre os protagonistas, Jon e Daisy. Quase todas as cenas são fortes, tanto pela paixão e amor, como pela dor que ambos sentem quando as coisas não acontecem da melhor forma. A cena da descoberta da família foi uma dessas vezes, em que acabei por não gostar da atitude de Daisy para com tudo e todos. Mas adorei a cena seguinte entre irmãs, que acabou por superar um pouco esse descontentamento. A cena do pré-casamento também me pareceu pouco provável, visto que Jon estava naquela posição, e se fosse eu, tanto de um lado como de outro, não teria comparecido à reunião pós-casamento e posterior jantar. Mas adorei todos os discursos, tanto da família como depois a declaração do nosso apaixonado, o que acabou por me surpreender visto não ser grande adepta de sentimentalismos e discursos prolongados. Mas depois de tudo o que se passou, e mesmo não conhecendo a história de Dean e Grace (o que vai sendo corrigido e recordado ao longo do livro), consegui ler de forma empática tudo o que foi dito, quase como se fosse da família Goldsmith.
Esta história, e as anteriores e seguintes, segundo o que eu percebi das sinopses e de algumas referências, não são tipicamente de romance jovem, mas sim com temas bastante pesados e Passados bastante traumatizantes e reais, o que dá aquele conteúdo a um livro tão cheio de cenas sexuais e românticas, muito românticas. 
O que mais gostei foi sem dúvida a química entre personagens e todas as histórias paralelas que vão surgindo, todas com muito amor e personalidades cativantes. No caso de Daisy, a sua baixa auto-estima é sobrevalorizada e demasiado aproveitada pela autora, que acaba por ser um pouco repetitivo, principalmente quando descreve todas as outras personagens como magras e só sendo Daisy a "curvilínea".
No caso de Jon temos a questão da família problemática e da questão do perdão o que também foi interessante de ler, e que acrescenta aquele sabor muito amargo a uma obra tão doce.
Amy e Lizzie foram fantásticas e mais uma vez foi adicionada uma temática dupla com estas duas, que adoçaram ainda mais este romance tão querido.
Estou ansiosa também por conhecer mais de perto a história de London e Emma, que traz consigo uma questão com a qual convivo muito regularmente, já que tenho um casal amigo que estará aqui muito bem representado com a questão da diferença de idades. No caso de Dean e Grace sei que vou encontrar uma história baseada num bad boy e numa mãe solteira, mas o melhor vai ser mesmo aprofundar os obstáculos que eles tiveram que enfrentar para poderem ficar juntos.

Em baixo têm uma música que achei perfeita para a banda sonora deste ebook.



Uma tentação de dar água na boca ... Tudo o que Daisy Goldsmith quer é sair da sua pequena cidade, deixando para trás os valentões que a provocaram. Frequentar a escola de culinária em Nova York sempre foi o seu maior sonho - um sonho que ela não tem confiança suficiente para seguir. Afinal, ela não é nada além de uma "vaca gorda". Mas quando o melhor amigo do seu irmão, o homem que sempre esteve no seu coração secretamente, volta para a cidade depois da faculdade, tudo muda para Daisy. Uma mordiscada deliciosa ... A casa de Goldsmith sempre foi o santuário de Jon Roberts da loucura da sua vida. Com uma família quebrada e disfuncional, Jon abraça os Goldsmith como seus. Depois de ter um vislumbre real da mulher que Daisy se tornou, Jon está dividido entre a sua lealdade à família e o seu desejo pela irmã mais nova do seu melhor amigo. Uma mordida deliciosa ... Como Daisy e Jon passam mais tempo juntos, eles não podem resistir à atracção entre eles. Uma vez que eles tenham um gosto, nada pode mantê-los separados - nem seus sonhos, suas famílias ou a diferença de idade. Pode algum dia virar para sempre ou eles vão "morder" mais do que eles podem lidar?

Opinião Young-Adult: "Nunca Nunca - Parte I" de Colleen Hoover e Tarryn Fisher


Nunca Nunca (tradução do título original Never Never) foi um ebook que já se encontrava na minha biblioteca digital há algum tempo. Nunca percebi porque é que não peguei nele, nem mesmo na altura em que li a maior parte dos livros da autora. Agora percebo, talvez tivesse um feeling que não iria ser tão arrebatador como os outros volumes já que foi isso que aconteceu.
Esta série, dividida em três livros e escrita pela nossa queria Colleen Hoover em parceria com Tarryn Fisher (autora da série Love Me With Lies), é tipicamente YA, com adolescentes, liceu, professores, hormonas, etc. A história centra-se em dois destes adolescentes que supostamente são o casal "rei" do liceu, mas que têm famílias completamente opostas e que perderam a memória completamente.
Na primeira parte e primeiro volume, conhecemos cada um (ou pelo menos o que eles descobrem sobre eles mesmos), os seus círculos sociais, começamos a perceber um pouco dos segredos das suas famílias, ou pelo menos o ambiente em que cada um se move. Ao contrário do que a sinopse diz, achei que apesar de eles serem completamente desconhecidos um para o outro, ambos sentem atracção, mas não tanta como estava à espera. Foi aqui que achei que falhou um pouco, já que Colleen Hoover sempre nos habituou com emoções muito fortes, palpáveis e óbvias. Aqui é tudo à volta do mistério: do que aconteceu, do que vai acontecer, do que cada um sentia, do que cada um vai sentir, etc. É tudo um talvez gigante que não nos dá grande informação, ou pelo menos a suficiente, para nos agarrar e viciar, apenas para nos deixar minimamente curiosos para pegarmos no próximo livro.
Além disso, achei Charlie muito insossa, sem uma personalidade forte que contrabalance ou até que faça justiça à de Silas.

Charlie Wynwood e Silas Nash são melhores amigos desde pequenos. Mas, agora, são completos estranhos. O primeiro beijo, a primeira briga, o momento em que se apaixonaram... Toda recordação desapareceu. E nenhum dos dois tem ideia do que aconteceu e em quem podem confiar.
Charlie e Silas precisam trabalhar juntos para descobrir a verdade sobre o que aconteceu com eles e o porquê. Mas, quanto mais eles aprendem sobre quem eram, mais questionam o motivo pelo qual se juntaram no passado.

Chegou à Despensa: "Without Merit" de Colleen Hoover


Aqui está a minha última aquisição na caixinha de costura para o caso de ser preciso dar mais uns pontos!
Enquanto não chega a Portugal vou lendo em papel e em inglês.

Chegou à Despensa: ''We are the ants'' de Shaun David Hutchinson






Este livro chegou à despensa em inícios de Abril. Na atura tirei foto mas depois nunca mais me lembrei de pôr aqui. Comprei porque vi algumas opiniões positivas e também porque adoro a simplicidade desta capa. Nunca li nada do autor mas espero gostar. 

From the author of The Five Stages of Andrew Brawley comes a brand-new novel about a teenage boy who must decide whether or not the world is worth saving.
Henry Denton has spent years being periodically abducted by aliens. Then the aliens give him an ultimatum: The world will end in 144 days, and all Henry has to do to stop it is push a big red button.
Only he isn’t sure he wants to.
After all, life hasn’t been great for Henry. His mom is a struggling waitress held together by a thin layer of cigarette smoke. His brother is a jobless dropout who just knocked someone up. His grandmother is slowly losing herself to Alzheimer’s. And Henry is still dealing with the grief of his boyfriend’s suicide last year.
Wiping the slate clean sounds like a pretty good choice to him.
But Henry is a scientist first, and facing the question thoroughly and logically, he begins to look for pros and cons: in the bully who is his perpetual one-night stand, in the best friend who betrayed him, in the brilliant and mysterious boy who walked into the wrong class. Weighing the pain and the joy that surrounds him, Henry is left with the ultimate choice: push the button and save the planet and everyone on it…or let the world—and his pain—be destroyed forever.

Opinião Contemporânea: ''A Minha vida (Im)perfeita'' de Sophie Kinsella

Já disse aqui inúmeras vezes que Sophie Kinsella é das poucas autoras que me fazem rir mesmo que por vezes os seus livros tenham de ser exagerados para serem cómicos.

A cada lançamento de um livro seu é uma leitura obrigatória para mim e só tenho pena que a Quinta Essência publique um livro dela por ano e já não publique a série Louca por Compras. 

39967996''A minha vida (im)perfeita'' foi dos livros mais recentes dela que menos gostei. Não é um livro mau mas confesso que houve algumas partes a meio da leitura que me aborreceram e ficar aborrecida num livro desta autora é mau.

Temos aqui a Katie que sempre sonhou viver em Londres. A verdade é que quando chega lá, depara-se com uma cidade cara, com um emprego que não era o que esperava e sem qualquer amigo ou uma boa relação com a chefe. O início do livro é óptimo com a descrição de um trajecto de casa para o trabalho usando os transportes públicos de Londres. Embora Lisboa não seja tão grande como Londres, como ando diariamente de transportes, revi-me muito nas descrições da protagonista no metro. Hilariante. 
Se a vida de Katie (ou Caz) não é boa, fica pior quando é demitida. Sem emprego algum, resolve voltar para o interior do país e ajudar o pai e a madrasta com o novo negócio.

Obviamente que o seu regresso a casa foi camuflado com uma pequena mentira, algo já habitual nas protagonistas de Sophie Kinsella: trapalhonas e bastante mentirosas. 
É aqui na sua nova vida que irá encontrar alguém do seu passado em Londres, nada mais nada menos do que a sua antiga chefe (a tal com quem não se dava nada bem). Demeter (que raio de nome), é a outra figura principal da trama e se ao princípio a autora faz-nos detestar esta personagem, a pouco e pouco vamos percebendo que tal com a vida de Katie, Demeter não tem uma vida perfeita como faz parecer. 
As duas irão ajudar-se e formar uma bela amizade, mostrando que ninguém consegue ter uma vida de sonho sem nada de mal por trás, mas tal como Katie e Demeter, todos nós decidimos mostrar apenas aquilo que queremos mostrar o que normalmente é sempre só coisas boas. 

Pensei que a crítica às imagens falsas que vemos nas redes sociais como por exemplo o Instagram fosse um bocadinho mais profunda. A autora até aborda o tema de maneira inteligente (especialmente no final do livro) mas acho que esperava um pouco mais. 

Não foi o livro que me fez mais rir e por isso não lhe consigo dar mais do que 3,5 estrelas e embora a Katie não seja tão trapalhona ou destrambelhada como protagonistas passadas, às vezes ainda custa engolir tantas mentiras que a protagonista conta. Mesmo assim é um livro divertido que aconselho a todos que queiram uma leitura leve mas com uma mensagem importante.


Katie Brenner vive uma vida de sonho: mora em Londres, tem um emprego fascinante, e o seu feed do Instagram está repleto de imagens super cool. Só que… não passa mesmo de um sonho. A verdade é que o seu apartamento é um cubículo, trabalha como administrativa, e a vida que partilha alegremente nas redes sociais… não é a dela.
Mas uma rapariga pode ser otimista em relação ao futuro, não?
Não. Pois Katie acabou de ser despedida. E quando dá por ela, está a regressar a casa dos pais, no campo, de rabinho entre as pernas. Quando Demeter, a sua antiga chefe, resolve passar férias junto deles e experimentar o glamour da vida rural, Katie vê nisso uma belíssima oportunidade. Deveria vingar-se? Tentar recuperar o emprego? Ou – talvez – a vida de Demeter não seja tão idílica quanto aparenta, e ambas tenham bem mais em comum do que imaginam… Afinal… que mal tem não ser perfeita?
Uma divertidíssima e inspiradora reflexão sobre aquilo que aparentamos ser e aquilo que verdadeiramente somos, pela mão de uma das autoras mais queridas dos leitores portugueses…


Doce do Momento: "O Invencível" de Vi Keeland





Com Vi Keeland não dá para parar.

Conheça Liv Michaels.
Podem ter passado sete anos, mas conheço-o em qualquer lugar. Claro, ele cresceu em todos os lugares certos, mas os seus cativantes olhos azuis e o sorriso arrogante estão exatamente do jeito que me lembro. Mesmo que eu prefira esquecer.
Liv Michaels está quase lá. Ela é inteligente, determinada e está perto de conseguir o trabalho que sonhou por anos. O tempo curou suas feridas antigas e, até mesmo, seu coração partido da devastação de ser esmagado por seu primeiro amor.
Conheça Vince Stone.
As mulheres adoram um lutador, especialmente um bom. Sorte minha que sou muito bom. Mas há uma mulher que não está interessada. Não uma outra vez.
Vince “o Invencível” Stone é a fantasia de toda mulher... forte, sexy, confiante e totalmente no controle. Ele cresceu no meio do caos e aprendeu a nunca se envolver. Ele acredita que o amor pode derrubá-lo. Ele adora as mulheres, trata-as bem, coloca suas próprias necessidades antes da sua... nos momentos a dois. Mas, com a maior luta de sua vida se aproximando, seu foco deve estar no treinamento.
Quando o destino coloca Vince e Liv juntos novamente, não há como negar que a química ainda está lá. Mas será que Vince pode apagar as velhas cicatrizes do seu passado? Ou será que Liv é quem irá machucá-lo?

Doce do Momento: "O Destruidor de Corações" de VI Keeland






Voltou a febre dos ebooks. Acho que é algo mensal.

Não importava que o árbitro tivesse considerado que aquele tinha sido um golpe limpo. Nico Hunter nunca mais seria o mesmo.
Elle tem uma boa vida. Um trabalho que ela ama, um apartamento grande, e o cara que ela está namorando há pouco mais de dois anos é um ótimo partido. Mas sua vida é chata... e ela se esforça para mantê-la assim. Muitas emoções são perigosas. Seu próprio passado é a prova viva do que pode acontecer quando você perde o controle.
Então Nico entra no escritório de Elle e tudo muda... para ambos. Mas o que o lindo lutador de MMA, tatuado e com um corpo de tirar o fôlego pode ter em comum com uma advogada muito controlada? Muito mais do que eles esperavam.

Doce do Momento: "Someday Soon" de Laura Ward





Para variar um pouco decidi pegar neste ebook cedido pelo NetGalley.

Uma tentação de dar água na boca ...Tudo o que Daisy Goldsmith quer é sair da sua pequena cidade, deixando para trás os valentões que a provocaram. Frequentar a escola de culinária em Nova York sempre foi o seu maior sonho - um sonho que ela não tem confiança suficiente para seguir. Afinal, ela não é nada além de uma "vaca gorda". Mas quando o melhor amigo do seu irmão, o homem que sempre esteve no seu coração secretamente, volta para a cidade depois da faculdade, tudo muda para Daisy.
Uma mordiscada deliciosa ...A casa de Goldsmith sempre foi o santuário de Jon Roberts da loucura da sua vida. Com uma família quebrada e disfuncional, Jon abraça os
Goldsmith como seus. Depois de ter um vislumbre real da mulher que Daisy se tornou, Jon está dividido entre a sua lealdade à família e o seu desejo pela irmã mais nova do seu melhor amigo.
Uma mordida deliciosa ...Como Daisy e Jon passam mais tempo juntos, eles não podem resistir à atracção entre eles. Uma vez que eles tenham um gosto, nada pode mantê-los separados - nem seus sonhos, suas famílias ou a diferença de idade. Pode algum dia virar para sempre ou eles vão "morder" mais do que eles podem lidar?

A Sair do Forno: ''Pedido de Amizade'' de Laura Marshall




Um pedido de amizade no Facebook?
É a coisa mais normal do mundo. Certo?
Maria Weston morreu durante a sua festa de finalistas do liceu. Era uma rapariga irreverente, autêntica e tinha a vida pela frente? O corpo nunca foi encontrado. Portanto, quando Louise Williams, 25 anos depois, recebe o seu pedido de amizade no Facebook, entra em pânico.
Depois do pedido, começam a chegar as mensagens. Inicialmente, parecem inofensivas. Memórias de um passado que Louise não quer relembrar, mas apenas isso.
Depois, começam a ser cada vez mais detalhadas, e as recordações aproximam-se perigosamente de um segredo que nunca deverá ser revelado. Louise nem imagina o que aconteceria se todos soubessem o que realmente aconteceu a Maria.
Mas, afinal, é apenas o Facebook, certo? Mesmo quando Louise sente alguém a segui-la no metro. É tudo virtual, não é? Até quando há objetos a desaparecer de casa. O que se passa nas redes sociais não é a vida real, certo?
Certo?

Sai dia 4 de Junho! 

Pilha Cerebral: ''Pilha para fora de casa''





Esta é a pilha de livros que vou tentar pôr fora de casa. Isto de combinar uma viagem à última da hora durante a época alta fez com que olhasse bem para a minha conta no banco. Portanto vamos lá tentar ganhar um dinheirinho...pode ser que dê para comer um menu no McDonalds em Londres... :P 

A Sair do Forno: "Casamento Efémero" de Candace Camp


Uma autora que conhecemos dos livros de bolso da Harlequin mas que agora vai sair pelo forno da Quinta Essência em tamanho normal.
James de Vere sabe que não lhe resta muito tempo de vida. Pelo menos é o que lhe dizem os médicos londrinos. Como é um homem pragmático e racional, decide regressar a Grace Hill, o seu lar. Se o médico de lá não o puder ajudar, tratará de pôr a vida em ordem e aguardar o pior…
Porém, ao chegar a casa do médico, James constata que ele acabou de falecer, deixando uma filha na penúria. James e Laura já se conhecem, mas as recordações do passado não são as melhores… Numa inspiração momentânea, James faz-lhe uma proposta arrojada: estará ela disposta a casar com ele? Ele salvá-la-ia da miséria, ela evitaria que a fortuna dele fosse parar às garras da sua família gananciosa. O casamento solucionaria os problemas de ambos…
E, curiosamente, Laura… aceita! É que ela é também uma mulher pragmática, e não tem quaisquer esperanças de vir a encontrar o amor. Mas, à medida que os dois vão enfrentando as desconfianças da família de James, percebem que têm mais em comum do que imaginavam… e dão por si a ansiar que o tempo pare… e que “a morte os separe” num futuro bem longínquo.
Candace Camp tem já uma legião de fãs a nível internacional, e estreia-se agora no nosso país. Casamento Efémero reúne o melhor que o romance histórico tem para oferecer…

A Sair do Forno: "Sarilhos com Duques" de Grace Burrowes



Depois dos Duques de Sussex se casarem, aqui sai mais um romance histórico para nos apaixonarmos. O primeiro de 4.

Dizem as más línguas que o novo duque de Murdoch, Hamish McHugh, é um brutamontes e um assassino. E pior do que isso… escocês!!! Seria impensável deixá-lo sozinho com uma mulher de bem. Mas Meghan Windham consegue detetar em Hamish algo especial…
No campo de batalha não havia guerreiro mais feroz do que ele. Mas o palco de guerra agora é bem diferente: a temporada social londrina! Mas Hamish é capaz de tudo para agradar às suas irmãs… até mesmo ter aulas de dança com a jovem Miss Windham. E embora ela não se deixe intimidar pelo temperamento dele, Hamish pressente que também Meghan trava uma luta…
Por ela, Hamish está disposto a pegar em armas mais uma vez…
Por ela, é bem capaz de perder o coração…
Sarilhos com Duques apresenta-nos a belíssima série Noivas da Regência - bem como a talentosa Grace Burrowes, que depressa se tornará uma preferida dos nossos leitores…

A Sair do Forno: "O Gene da Atlântida" de A.G: Riddle



Para os amantes de thrillers.
Em Junho.

Há 70 mil anos, a erupção de um supervulcão na Indonésia quase levou a raça humana à extinção. Sobrevivemos, mas nunca ninguém percebeu como, nem porquê. Até agora.
Os Immari, uma sociedade secreta de contornos maçónicos, guardam o segredo há dois mil anos. E desde então têm feito de tudo para evitar que seja revelado. Até que, na costa da Antártida, a erosão de um iceberg revela um submarino nazi há muito desaparecido – acoplado a uma estrutura que não devia, nem podia, estar ali. A milhares de quilómetros, num laboratório em Jacarta, a brilhante investigadora Dra. Kate Warner acredita ter descoberto finalmente a cura para o autismo. Mal sabe ela, porém, que duas das crianças que acompanha, e que revelam um comportamento invulgar, podem esconder a chave para a compreensão das origens da nossa espécie. E não imagina que as suas experiências estão a ser seguidas de muito perto pelos Immari.
David Vale, um agente que há anos vigia a perigosa seita dos Immari, percebe entretanto que algo de estranho está a acontecer. Os serviços secretos onde trabalha estão sob ataque, sucedem-se as mortes, e ele é o próximo alvo a abater. E sabe que apenas uma pessoa no mundo o pode ajudar a solucionar o enigma: a Dra. Kate Cooper.
Juntos irão envolver-se numa intriga internacional, que os levará a percorrer meio mundo, dos cumes gelados do Tibete ao calor asfixiante da Indonésia, numa corrida contra o tempo, em que está em jogo a sobrevivência da raça humana.

A Sair do Forno: "O Homem Que Não Ligou" de Rosie Walsh



Um suspense da ASA a sair agora em Junho.

Imagine que conhece um homem e se apaixona loucamente. E é recíproco. São almas gémeas. E um dia ele desaparece sem deixar rasto.
É o que acontece a Sarah. O seu primeiro encontro com Eddie é acidental mas tão intenso que não voltam a separar-se durante sete dias. São dias mágicos em que partilham tudo e se dão a conhecer sem reservas. Sabem que o que sentem um pelo outro é profundo e verdadeiro. Até que ele parte numa viagem breve. Promete telefonar. Mas não telefona. Nunca mais.
Passam-se semanas, meses… e a preocupação de Sarah intensifica-se. Não acredita nos amigos, que tentam convencê-la a esquecê-lo. Afinal, dizem, ela não é a primeira pessoa (nem a última) a ser ignorada por um amante. O melhor, garantem, é seguir em frente e não pensar mais no assunto. Mas ela não é capaz. Pois sabe – e sabe, com toda a certeza – que algo de terrível aconteceu.
E um dia descobre que, afinal, tinha razão.

Compilação: "A Chama Dentro de Nós", O Silêncio das Águas" e "A Força que nos Atrai" de Brittainy C. Cherry


Brittainy C. Cherry está no top das minhas escritoras preferidas. Depois de ler O Ar Que Ele Respira, depois de ter chorado baba e ranho de uma ponta a outra deste livro (ao ponto de não lhe ter pegado mais apesar da vontade de reviver semelhante leitura), fiquei fã e em Abril decidi ler o resto da saga. Continuo a achar que esta escritora tem um dom de escrever tudo directamente para o meu coração como poucas escritoras conseguem e apesar de não ter chorado nos três seguintes, nem de ter dado a classificação máxima ao último, continuo a adorá-la e logo que possa vou pegar nos outros romances dela.


A série chama-se Elementos e em cada um há um elemento predominante tal como os títulos indicam.
Cada história é completamente independente das anteriores ou seguintes (apesar do que disse na opinião do primeiro) e por isso se lerem e trocarem não se preocupem, de qualquer forma dependendo das histórias, vamos nos apaixonar de maneiras diferentes e adorar cada livro de forma e quantidade diferente. Para além do primeiro que foi o melhor de todos, até do ano, adorei a história de Maggie e Brooks em O Silêncio das Águas. Acho mesmo que não é qualquer escritor que pegaria nesta história e a tornaria tão forte e emocionante. Já li estes livros há mais de um mês, e ainda agora, quando recordo para escrever esta opinião sinto o coração a apertar, quase sufocante, quando relembro esta história em particular.
Não vou contar a história nem resumi-la, primeiro porque raramente o faço nas minhas opiniões e segundo porque as sinopses têm o suficiente para estarem minimamente enquadrados para poderem começar a ler, com a minha promessa adicional que vão adorar garantidamente.
Tenho muita pena que esta série ainda não tenha sido publicada cá em Portugal.
Voltando ao terceiro volume, temos várias personagens que nos conquistam, mesmo as mais ariscas. Temos acontecimentos iniciais que nos vão mudar tal como à personagem principal, e temos decisões desta que nos fazem questionar constantemente o que faríamos no seu lugar. Temos música, temos livros e livros, páginas com citações e letras, tudo misturado e respectivo a cada personagem. E o que mais gostamos desta vida sem ser ler e ouvir música? Ingredientes perfeitos que podem ter influenciado a minha tão boa opinião.
Nesta história acompanhamos os personagens por muito tempo e portanto a ligação é grande, não só devido ao trigger da história como a esta amizade que prevalece acima de tudo.
Gostei do pai de Maggie e gostei de como Brittainy nos faz mudar constantemente de opinião em relação à sua madrasta. Odiei, obviamente, as amigas desta última e por isso, adorei ainda mais o pai de Maggie. Em relação à sua irmã, acho que nunca a detestei completamente mas adorei no que ela se transformou e no que, mais uma vez, a transformou.
Ambos os personagens principais são óptimos modelos a seguir, com excelentes vibrações e muito amor e bondade nos seus corações. Dá gosto ler algo assim, em que estas emoções prevalecem acima de tudo e nos mostram que o bem vence sempre apesar daqueles dias mais negros.
O fim, já foi o que se esperava, mas o facto de uma terceira personagem estar envolvida foi surpreendente. Só achei que foi demasiado rápido.
Em A Força que nos Atrai a história já é mais calma, com o tema principal do abandono maternal em que, como diz a sinopse, a mulher de Graham o abandona juntamente com a filha prematura. No inicio não senti empatia nenhuma com Graham, porque apesar de tudo ele é muito parecido com a esposa e a autora descreve-nos tudo muito friamente, sem grande amor ou amizade, apenas a vida de duas pessoas de sucesso que se poderem vão viver assim, quase separados, para sempre. Mas surge uma gravidez indesejada mas que vai se elevada até ao fim, cheia de tensão e conflitos que irão preencher bastantes capítulos. Só quando finalmente a criança nasce e pai e filha são deixados sozinhos é que a verdadeira história surge.
Aqui começa também o drama e o começo da atracção entre pai e tia da criança, com um grande mau humor da parte do primeiro que nos faz perguntar como é que a doce Lucy o atura. Adoro o facto dela ser florista, mas também detestei a colega dela. O facto dele ser uma escritor famoso com problemas parentais também achei meio cliché e, juntamente com uma história que não teve a carga emocional do primeiro e terceiro volume, acabei por não ficar tão encantada. Claro que a escritora nos envolve naquele mundo moderno, nos dá sentimentos fortes e excelentes diálogos e acontecimentos marcantes e por isso a pontuação e a satisfação não baixou em nada.
Finalmente, o segundo volume, também se traduziu num romance mais simples, sempre com duas personagens principais com os seus próprios problemas e que têm que lutar contra os obstáculos pessoais e como casal. Têm muito com que lutar.
Aqui encontrei o elemento bastante marcado do fogo, que foi quando comecei a ter consciência que Brittainy C. Cherry não deixa nada por acaso. É uma autora à altura de Dorothy Koomson ou de Colleen Hoover ou até de Jodi Picoult, mas ao contrário desta última, esta não usa doenças para nos partir o coração e sim pessoas bastante reais com os seus próprios demónios.
A Chama Dentro de Nós foi um volume tão marcante para mim como os outros. Logan é um personagem masculino bastante maltratado mas que também acaba por maltratar os outros em redor. Não gostei muito dele nesse aspecto, mas como acaba por contrabalançar a querida Alyssa torna-se este romance bastante agridoce. Mais uma vez vão haver várias reviravoltas e o casal vai-se manter afastado tempo demasiado devido a um acontecimento muito marcantes e inesquecível. A temática principal é a droga, mas há também a comida e uma amizade muito forte que começou com boas acções e que se arrasta bastante até que os dois se entendam e comece o verdadeiro romance.  Mas antes deste há uma enorme loca principalmente por causa de Logan, em que sofremos tanto por ambos, mas mais por Alyssa, já que são as mensagens dela que não nos deixam esquecer o que aconteceu. Aqui também começamos a conhecer melhor Kellan, irmão de Logan, que eu adorei também. Adorava ler um romance só dele.
A autora recheou bastante bem este volume com momentos românticos e fofos, que nos fazem suspirar por este bad boy de olhos cor de caramelo derretido. É quase palpável o quanto estes personagens se amam, mas muitas vezes o amor não é suficiente para combater os demónios, neste caso de Lo.
Brittainy tem um dom, e o dom dela é descrever estas cenas que nos partem o coração, depois ela torna-se um pouco sádica, e durante capítulos continua e continua a relembrar, a prolongar o sofrimento, que foi o que aconteceu neste volume.
Apesar disto tudo, alguns pontos não são originais e já li outras histórias com acontecimentos semelhantes. Mas a escrita é perfeita e transforma cenas já vistas em vicio na mesma.

Logan Silverstone e Alyssa Walters não têm nada em comum. Ele passa os dias contando centavos para pagar o aluguel, sofrendo com a rejeição dos pais e tentando encontrar um rumo para sua vida caótica. Ela, por outro lado, parece ter um futuro brilhante pela frente. Um dia, porém, um simples gesto dá origem a uma improvável amizade.

Ao longo dos anos, o sentimento que os une se transforma em algo até então desconhecido para os dois. Alyssa e Logan não conseguem resistir à atracção que sempre sentiram um pelo outro e finalmente descobrem o amor. Mas uma tragédia promete separá-los para sempre. Ou pelo menos é isso que eles pensam.


Quando a pequena Maggie May presencia uma cena terrível à margem de um rio, sua vida muda por completo. A menina alegre que vive saltitando de um lado para o outro e tem uma paixonite por Brooks Griffin, o melhor amigo de seu irmão, sofre um trauma tão grande que acaba perdendo a voz. Sem saber como lidar com o problema, sua família se vê em uma posição difícil e tenta procurar ajuda, mas nenhum tratamento vai adiante. Ao longo dos anos, Maggie aprende sozinha a conviver com os ataques de pânico e, sem conseguir sair de casa, encontra refúgio nos livros. A única pessoa capaz de compreendê-la é Brooks, que permanece sempre ao seu lado. A cumplicidade na infância se transforma em amizade na adolescência, até que um dia eles não conseguem mais negar o amor que sentem um pelo outro. Mas será que o forte sentimento que os une poderá resistir aos fantasmas do passado e a um acontecimento inesperado, que os forçará a navegar por caminhos diferentes?


Graham e Lucy não foram feitos um para o outro. Mas é impossível resistir à atracção que os une.

Graham Russel é um escritor atormentado, com o coração fechado para o mundo. Casado com Jane, um relacionamento sem amor, ele vê sua vida virar de cabeça para baixo quando Talon, sua filha, nasce prematura e corre risco de morte. Abandonado pela esposa, ele agora precisa abrir seu frio coração para o desafio de ser pai solteiro. A única pessoa que se oferece para ajudá-lo é Lucy, a irmã quase desconhecida de Jane. Apaixonada pela vida, falante e intensa, ela é o completo oposto de Graham. Os cuidados com a bebé acabam aproximando os dois, e Lucy aos poucos consegue derreter o gelo no coração de Graham. Juntos, eles descobrirão o amor, mas os fantasmas do passado podem pôr tudo a perder.

 

Opinião Contemporânea: "Quando Tu Voltaste" de Maria Realf


Graças à Editora Planeta, este único livro de Maria Realf chegou à metade Coimbrinha do ADPOC, personalizado o que vale um agradecimento a dobrar.

Foi lido meio em páginas de papel, meio em páginas digitais, mas o interesse literário foi o mesmo e sempre com o mesmo ritmo. Houve umas pequenas trocas de palavras e nomes como "Alex" por "Lizzie"; a dama de honor ir à frente para ajudar com a cauda do vestido (?), mas fora isso foi uma leitura sem grandes contratempos.

Principalmente achei que é uma escrita um pouco imatura que com o avançar vai ficando cada vez menos significante, ou porque a autora melhorou ou porque o interesse pela leitura foi maior do que por esses pormenores de escrita. É uma história muito simples, com simples personagens e muito drama à mistura. Não há vilões nem heroínas, há sim uma história de amor igual à de muitos casais.

Gostei bastante que houvessem duas realidades temporais, passado e presente, e o facto de ter conseguido manter tanta informação crucial em suspense em ambos os tempos. Gostei bastante mais do passado de Lizzie e Alex, mas a cena do restaurante pareceu-me algo rebuscado, ou mais uma vez descrita de forma muito simples e "verde", não conseguindo aí sentir algo mais do que uma simples e recente amizade, e não um amor para toda a vida.

Gostei da razão que a autora escolheu para separar este casal e outras referências que depois vamos encontrando na parte do presente relativas a este acontecimentos. Aqui já se notou que a história foi um pouco mais pensada.

Gostei de Megan, uma das personagens secundárias e melhor amiga de Lizzie, que representou e  simbolizou perfeitamente a amizade e a sinceridade.

Gostei do facto da autora ter inserido vários tipos de luto, e apesar de não ter torcido por Alex, depois de saber a razão e de Lizzie ter passado pelo mesmo, tudo mudou, para mim como leitora e para a personagem principal. A questão de Alex foi um golpe bastante baixo, mas fácil, da parte da escritora. Não me sensibilizou particularmente, apenas me fez lembrar outros livros como o de Jojo Moyes, Viver Depois de Ti.

Foi óbvio Josh ser um personagem menos atractivo e logo aí nunca nos sentimos empáticas com ele. Existe uma cena em que Maria Realf nos descreve Josh e certas atitudes que quebram qualquer ligação que tenhamos sentido entre o casal.

O casamento foi um dos tópicos principais dos capítulos do presente, mas achei que foi demasiado sobrevalorizado, já que acaba por se repetir os muitos sentimentos e dúvidas da personagem, para depois terminar como já estávamos mais que à espera. Este aspecto de prevermos tão facilmente o que irá acontecer a seguir foi balançado por algumas reviravoltas, como já falei, que no final do livro nos fazem ter dúvidas sobre o que predominou mais, os factos mais ou os menos positivos. No meu caso fiquei pelo meio. Não adorei ao ponto de ter terminado o livro com aquele aperto no coração e satisfeita, com desejos de ler mais e conhecer mais da autora, mas também não detestei.

Recomendado às mais românticas e com muitas lágrimas emotivas por deitar.

Lizzie Sparkles devia ser a rapariga mais feliz do mundo... está a três meses de se casar com quem acha ser o Tal, no casamento dos seus sonhos! Passou os últimos três meses em êxtase. Mas, um fim-de-semana quando está a experimentar o vestido de noiva recebe notícias perturbadoras: o amor do passado regressa à sua vida como uma bomba! Depressa percebe que estas notícias ameaçam atrapalhar e eliminar os seus planos tão cuidadosamente elaborados.
O regresso inesperado de Alex muda tudo e Lizzie enfrenta um dilema impossível. Como poderá esquecer o passado, quando se depara com ele... e lhe pede mais uma oportunidade? E é forçada a fazer uma escolha que mudará a sua vida para sempre.

A Sair do Forno: "Sem ti não há verão" de Jenny Han


Sempre achei que passaria ali todos os verões da minha vida. A casa de verão era o único lugar onde eu queria estar, o único lugar onde eu alguma vez quis estar.»
Todos os anos, Belly costuma contar os dias que faltam para o verão, e só pensa em regressar à casa de praia para estar novamente com Conrad e Jeremiah. Contudo, a amizade que sempre uniu os três jovens parece estar a desmoronar-se e tudo parece diferente.
Até ao dia em que Jeremiah conta a Belly que Conrad desapareceu, e lhe pede ajuda para o encontrar. Belly fará de tudo para descobrir onde está o amigo. Mas isso só será possível se regressarem à casa de praia. Voltará tudo a ser como dantes ou estará esta amizade num ponto sem retorno?
Uma história intensa sobre o amor e a forma como ele nos ajuda a trilhar o nosso caminho.Sempre achei que passaria ali todos os verões da minha vida. A casa de verão era o único lugar onde eu queria estar, o único lugar onde eu alguma vez quis estar.»
Todos os anos, Belly costuma contar os dias que faltam para o verão, e só pensa em regressar à casa de praia para estar novamente com Conrad e Jeremiah. Contudo, a amizade que sempre uniu os três jovens parece estar a desmoronar-se e tudo parece diferente.
Até ao dia em que Jeremiah conta a Belly que Conrad desapareceu, e lhe pede ajuda para o encontrar. Belly fará de tudo para descobrir onde está o amigo. Mas isso só será possível se regressarem à casa de praia. Voltará tudo a ser como dantes ou estará esta amizade num ponto sem retorno?
Uma história intensa sobre o amor e a forma como ele nos ajuda a trilhar o nosso caminho.

 Sai dia 4 de Junho! 

Doce do Momento: "Não Sou um Monstro" de Came Chaparro






Mais um pausado, mais um começado.

Em apenas trinta segundos a sua vida pode transformar-se num pesadelo!
Se há alguma coisa pior do que um pesadelo é que esse pesadelo se repita. e entre os nossos piores sonhos, os de todos, poucos causam mais angústia do que uma criança que desaparece sem deixar rasto.
É isso o que ocorre no início deste romance: num centro comercial, no meio do bulício de uma tarde de compras, um predador mantém-se à espreita, à coca, escolhendo a presa que está prestes a arrebatar.

Origem: ''Os Távoras'' de Maria João Fialho Gouveia


Mais uma origem histórica aqui no nosso blog.

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A Sair do Forno: "Ecos de um Crime" de Christi Daugherty


Uma mulher de cerca de trinta anos é encontrada nua, morta à facada no chão da sua cozinha. E quem a descobre é a filha de doze anos ao regressar da escola. Harper McClain, uma das jornalistas de Savannah com mais prestígio na investigação de casos de homicídio, fica a contemplar a cena terrível que tem diante dos olhos e vem-lhe à cabeça uma ideia, como um grito ouvido no silêncio da noite. Pois este é um crime idêntico ao que ela presenciou: o assassinato da mãe... Vive há quinze anos destroçada por saber que quem matou a mãe passeia livremente em liberdade. E agora, tudo indica que voltou a matar. Não deixou impressões digitais, pegadas ou vestígios de ADN. Contudo, Harper está de uma vez por todas decidida a descobrir a verdade. Só que terá de pagar um preço pela sua busca e não sabe se conseguirá chegar até esse ponto...
Em Savannah, cidade do sul com belos edifícios construídos no período anterior à Guerra Civil Americana, onde abundam os parques pitorescos e as ruas empedradas, a vida decorre tranquilamente. Mas para a jornalista criminal Harper McCain, a beleza intemporal dos monumentos que adorna a herança da sua cidade natal desaparece quando chega a noite, com a sua escuridão e os seus perigos. No entanto, ela nunca poderia viver noutro sítio, uma vez que o seu amor por Savannah não ficou sequer comprometido com o homicídio brutal da mãe, que encontrou morta em casa quando tinha doze anos.


Sai em Maio! 

Origem: ''A verdade sobre Lorde Stoneville'' de Sabrina Jeffries


Achamos que a mudança de cor foi positivo não concordam?

Opinião Suspense: ''A Mulher Inocente'' de Amy Lloyd



''A Mulher Inocente'' foi outro thriller que desde que saiu,aguçava-me o interesse. Comprei o ebook e comecei a lê-lo dias depois. 

A sinopse explica bem a premissa do livro. Dennis encontra-se preso há mais de 20 anos por um assassinato de uma jovem de Red River. Ele declara-se inocente deste crime e portanto fica conhecido quando é feito um documentário sobre ele com o objectivo de tentar desvendar a verdade.
Do outro lado temos Samantha, uma desconhecida de Dennis que após ver o documentário e conhecer o caso, acredita na inocência deste. Para além de iniciar uma campanha para ajudá-lo a sair da prisão começa a corresponder-se com Dennis através de cartas. 
39788072Os dois acabam por conhecer-se e apaixonam-se, cansando-se mesmo Dennis ainda preso (que casamento de sonho!) 

Eu não sei se foi por causa da personalidade da Samantha (chata) ou do Dennis (aborrecido) mas não consegui adorar este livro. Se gostei dele? Sim, gostei mas lá está não achei um thriller empolgante até porque quem for minimamente inteligente e ler bem a sinopse, nas entrelinhas percebe o que acontece. E foi por isso mesmo que o final não me surpreendeu e toda a enrolação (ou tentativa de suspense) foi fraca para mim. Para não falar que o final é muito apressado quando a narrativa durante o livro todo foi lenta. 

É um livro que até mostra que os nossos instintos podem estar certos, por mais cegas por amor estejamos e realmente é preciso saber confiar em nós próprias. Achei algumas atítudes da Samantha impossíveis de acreditar, quando a verdade estava mesmo à frente dela. 
Lindsay foi uma personagem que literalmente meteu-me nojo. Pelo menos nas descrições físicas a autora esteve bem, porque realmente sempre que ela aparecia em cena, dava-me arrepios. 
O título do livro está adequado à trama e logo por aqui também já percebemos onde vai a narrativs. 
É um thriller mediano, não é um dos melhores do ano mas também não é dos piores. Como leitora habitual do género, desiludiu um pouco e esperava um pouco mais mas não deixo de recomendar para quem gosta do género. 


Há vinte anos Dennis Danson foi preso pelo brutal assassínio de uma jovem na Florida, no condado de Red River.
Na actualidade é o assunto de um documentário resultante de um frenesi on-line para descobrir a verdade e libertar o homem que foi injustamente acusado.
A muitos quilómetros, em Inglaterra, Samantha é obcecada pelo caso de Dennis e começa a corresponder-se com ele. Sam depressa cai enfeitiçada pelo charme e bondade que ele tem para com ela. Decide rumar a Red River, para trabalhar na sua libertação e casar com ele.
Mas quando a campanha é bem-sucedida e Dennis é libertado, Sam começa a descobrir pormenores que sugerem que afinal ele pode não ser assim tão inocente.
Mas como confrontar o marido quando não se quer descobrir a verdade?